Depois
da faixa de luz visível, encontramos a radiação ultravioleta. É delas que nos
protegemos quando usamos protetor solar.

A
parte do corpo radiografada é representada na imagem. A radiação passa pelo
corpo (e não fica nele) e impressiona uma chapa que é semelhante a um filme
fotográfico, só que, em vez de ser sensível à luz visível (como é o caso do
filme fotográfico comum), é sensível aos raios X.

Procedimentos
adotados para tirar a radiografia: entrar em uma sala mais escura; deitar sobre
uma mesa enquanto o médico, o técnico ou o odontologista direciona o
equipamento de raios X; cobrir parte do corpo com uma proteção; perceber que o
técnico fica em uma sala separada no momento em que uma pessoa está sendo
radiografada.
Procedimento
realizado em um exame de radiografia: o paciente fica deitado sobre uma mesa; sob o
paciente, encontra-se o filme (chapa) que será sensibilizado pelos raios X, que
saem do aparelho acima do paciente.


Esses raios são absorvidos de
diferentes formas pela mão. Enquanto os ossos barram grande parte de radiação,
impedindo que esta impressione a chapa, a pele deixa passar quase toda a
radiação. Depois que os raios X atingem a chapa, ela é revelada e fica pronta
para ser analisada.

Outros
exames médicos utilizam radiação eletromagnética, como a tomografia
computadorizada e a mamografia. Todos esses exames têm como característica comum
o fato de utilizarem ondas de raios X.




Se
usa na gamagrafia, a radiação gama para fotografar um determinado material.

É
utilizada para esterilizar materiais hospitalares (seringas, luvas cirúrgicas,
gaze) e alimentos (para evitar o brotamento de batatas), e com isso aumentar o
seu tempo de conservação.
A
radiação gama passa pelos materiais e não fica neles.
Fonte:
Caderno do Professor: Ciências, Ensino Fundamental – 9º Ano, Volume 4. São
Paulo: SEE, 2009.