sábado, 14 de setembro de 2013

Tato


Esse sentido nos permite perceber principalmente a forma, a superfície, o tamanho e a temperatura dos corpos que nos cercam, além das sensações dolorosas. O órgão responsável pelas percepções táteis é a pele.

A pele possui tipos diferentes de terminações nervosas, cada qual associada a uma sensação diferente. São os chamados receptores táteis do organismo.

Há vários tipos de corpúsculos táteis, específicos para diferentes impressões. 

Assim, alguns estão ligados diretamente ao tato; outros têm a função de detectar as mudanças de temperatura, a dor e a pressão.



A sensibilidade tátil é captada pelos corpúsculos de Meissner, a sensibilidade para a pressão é dada pelos corpúsculos de Pacini e discos de Merkel, os corpúsculos de Ruffini nos permitem sentir mudanças de temperatura. 


A dor resulta de estímulos captados pelas terminações livres. A pele, além de ser sede do tato, também é nosso sistema de proteção contra choques mecânicos, perda excessiva de água e agentes biológicos patogênicos.

Fonte: AMABIS & MARTHO. Biologia dos organismos. São Paulo: Editora Moderna, 2010.
Fonte: CANTO, Eduardo Leite do. Ciências Naturais: Aprendendo com o cotidiano – 8º Ano. São Paulo: Moderna, 2012.
Fonte: GEWANDSZNAJDER, Fernando. Ciências – Nosso Corpo. São Paulo: Editora Ática, 2013.
Fonte: LINHARES & GEWANDSZNAJDER. Biologia Hoje – Volume 1. São Paulo: Editora Ática, 2010.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Olfato

Olfato

É o sentido pelo qual percebemos o cheiro das substâncias.

Nosso sentido do olfato é pouco desenvolvido se o compararmos com o de muitos animais. 

Enquanto o epitélio olfativo humano contém cerca de 20 milhões de células sensoriais, cada qual com seis pelos sensoriais; um cachorro, por outro lado, tem mais de 100 milhões de células sensoriais, cada uma com pelo menos cem pelos sensoriais. Os receptores do olfato, quando expostos por muito tempo a determinado odor, tornam-se insensíveis a esse odor, embora continuem sensíveis a outros. 

É por isso que, quando entramos numa cozinha com vazamento de gás, percebemos logo esse cheiro, enquanto que pessoas que já se encontravam no local não o percebem.

Os órgãos responsáveis pela percepção do odor são as fossas nasais, forradas internamente por uma mucosa. Nela, o nervo olfativo tem suas ramificações.

Para percebermos o odor das substâncias, é preciso que se desprendam delas partículas gasosas. Essas partículas penetram nas fossas nasais e vão impressionar os nervos nasais. Essas impressões são levadas ao cérebro pelo nervo olfativo, para serem interpretadas.

Fonte: AMABIS & MARTHO. Biologia dos organismos. São Paulo: Editora Moderna, 2010.
Fonte: CANTO, Eduardo Leite do. Ciências Naturais: Aprendendo com o cotidiano – 8º Ano. São Paulo: Moderna, 2012.
Fonte: GEWANDSZNAJDER, Fernando. Ciências – Nosso Corpo. São Paulo: Editora Ática, 2013.
Fonte: LINHARES & GEWANDSZNAJDER. Biologia Hoje – Volume 1. São Paulo: Editora Ática, 2010.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Paladar


Por esse sentido percebemos o gosto, o sabor das substâncias.

Na espécie humana os receptores de paladar estão localizados na língua. 

Receptores do paladar são os corpúsculos gustativos que se agrupam em pequenas saliências chamadas papilas gustativas, facilmente visíveis com uma lente de aumento.

Existem quatro tipos de receptores gustativos, capazes de reconhecer os quatro sabores básicos: doces (estão na ponta da língua), salgados (também estão na ponta da língua), azedos (estão nas partes laterais da língua) e amargos (estão na parte posterior, ou seja, no fundo da língua).

O sabor dos alimentos não é produzido apenas pela estimulação das células gustativas, mas também pela estimulação de células olfativas. 

Apesar de os receptores de paladar e olfato serem diferentes e de suas mensagens serem processadas em regiões diversas do cérebro, esses dois sentidos interagem para produzir a percepção de gosto. 

É por isso que quando o sentido do olfato é prejudicado por um forte resfriado, por exemplo, a percepção do paladar diminui.

O sabor de cada alimento também depende da presença de outros tipos de receptores na língua, tais como termorreceptores (capazes de perceber diferenças de temperatura) e receptores mecânicos (capazes de identificar a textura e a consistência).

Fonte: AMABIS & MARTHO. Biologia dos organismos. São Paulo: Editora Moderna, 2010.
Fonte: AMABIS & MARTHO. Biologia dos organismos. São Paulo: Moderna, 1999.
Fonte: CÉSAR & SEZAR & BEDAQUE.  Ciências: Entendendo a natureza.  São Paulo: Saraiva, 2001.
Fonte: GOWDAK & MARTINS. Ciências: Natureza e vida. São Paulo: FTD, 1996.
Fonte: NAPOLEÃO & ODAIR. Nosso corpo, nossa herança. São Paulo: IBEP.


segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Sistema Sensorial


Os animais obtêm informações sobre as condições internas e externas ao seu corpo por meio de células sensíveis, denominadas genericamente receptores sensoriais. Há receptores sensíveis à luz, à pressão, a substâncias químicas, a variações de temperatura.

Um receptor sensorial tanto pode ser um neurônio modificado como uma célula epitelial especializada, conectada a neurônios. No primeiro caso fala-se em células neurossensoriais, e, no segundo, em células epitélio-sensoriais.


As células sensoriais distribuem-se pela superfície da pele e também constituem os órgãos dos sentidos (olhos, ouvidos, nariz, pele, língua). O conjunto formado pelos receptores da pele e pelos órgãos dos sentidos constitui o sistema sensorial.

Classificação dos receptores sensoriais:
De acordo com a natureza do estímulo que são capazes de captar, os receptores sensoriais podem ser classificados em quatro tipos básicos:

Quimiorreceptores: Especializados na detecção de substâncias químicas. São encontrados na língua e no nariz.

Termorreceptores: Especializados na captação de estímulos de natureza térmica. Estão distribuídos por toda a pele, ligeiramente mais encontrados nas regiões da face, dos pés e das mãos.

Mecanorreceptores: Especializados na captação de estímulos mecânicos, tais como a compressão ou o estiramento da pele e de órgãos internos. São encontrados nos ouvidos.

Fotorreceptores: Especializados na captação de estímulos luminosos. Os olhos são fotorreceptores altamente especializados.

Fonte: AMABIS & MARTHO. Biologia dos organismos. São Paulo: Editora Moderna, 2010.
Fonte: AMABIS & MARTHO. Biologia dos organismos. São Paulo: Moderna, 1999.
Fonte: CÉSAR & SEZAR & BEDAQUE.  Ciências: Entendendo a natureza.  São Paulo: Saraiva, 2001.
Fonte: GOWDAK & MARTINS. Ciências: Natureza e vida. São Paulo: FTD, 1996.
Fonte: NAPOLEÃO & ODAIR. Nosso corpo, nossa herança. São Paulo: IBEP.

domingo, 25 de agosto de 2013

Sistema Muscular


É formado por músculos.

Especializado em se contrair e realizar movimentos.

Tipos de músculos:

Lisos: Responsáveis por órgãos internos (estômago e intestino). São involuntários.

Estriado cardíaco: Responsável pelos batimentos cardíacos. São involuntários.

Esqueléticos: Também chamados de estriados voluntários. Permitem mover as partes de nosso esqueleto.

Propriedades dos músculos:
São órgãos contráteis (podem se encurtar).
São elásticos.
Estão ligados a nervos.

O movimento dos músculos é transmitido aos ossos através de tendões.
Possuem vasos sanguíneos.


Músculos antagônicos:
Funcionam de forma inversa.
Enquanto um deles se contrai, o outro relaxa, e vice-versa.
É o movimento que faz o antebraço se dobrar sobre o braço.
Os músculos puxam, porém não empurram.

Fadiga muscular e cãibra:
A dor é causada pelo acúmulo de ácido lático ocasionado quando o músculo não recebe oxigênio.

É suficiente interromper a movimentação forçada para que a dor logo desapareça.
O ácido lático é retirado do músculo pela circulação sanguínea.

Fonte: AMABIS & MARTHO. Biologia dos organismos. São Paulo: Editora Moderna, 2010.
Fonte: AMABIS & MARTHO. Biologia dos organismos. São Paulo: Moderna, 1999.
Fonte: CÉSAR & SEZAR & BEDAQUE. Ciências: Entendendo a natureza. São Paulo: Saraiva, 2001.
Fonte: GOWDAK & MARTINS. Ciências: Natureza e vida. São Paulo: FTD, 1996.
Fonte: NAPOLEÃO & ODAIR. Nosso corpo, nossa herança. São Paulo: IBEP.


sábado, 24 de agosto de 2013

Distúrbios e problemas no sistema esquelético


Fraturas:
São quebras que podem ocorrer com os ossos, devido a pancadas fortes ou choques.
Geralmente é imobilizada com gesso.

Forma-se um calo ósseo, que desaparece com o tempo.
Pode-se utilizar pinos ou placas de metal para ligar fraturas.

São frequentes em idosos por causa da falta de cálcio e colágeno.
A regeneração é mais lenta por causa do metabolismo que é mais baixo.

Luxações:
Os ligamentos que envolvem uma articulação prendem os ossos uns aos outros.

Movimentos bruscos e fortes podem romper esses ligamentos, fazendo com que os ossos saiam do lugar.
Ombro, tornozelo, cotovelo, quadril e mandíbula são os mais deslocados do lugar.

Raquitismo:
Os ossos não apresentam rigidez suficiente.
Nas crianças, os ossos ficam deformados.

Há problemas de deposição de cálcio nos ossos, pela deficiência de vitamina D.

Leite e certos óleos de origem animal, juntamente com a exposição da pele à luz solar, previnem o problema.

Deformação da coluna vertebral:

Deve-se a posturas erradas durante a infância (maneira de sentar).

Na cifose, a curvatura é acentuada na região dorsal.
Na lordose, a região lombar fica curvada.
Na escoliose, há uma curvatura lateral.

Hérnia de disco:
Entre uma vértebra e outra, existe um disco cartilaginoso que amortece os choques.

O disco pode se achatar com o tempo, ocasionando uma deformação na coluna.
Pode ocorrer uma forte pressão sobre um nervo.

Reumatismos:
Indica problemas nas articulações.
Há dores e perda de flexibilidade.

Artrite ocasiona inflamação ou infecção nas articulações.

Artrose é um reumatismo crônico, por causa de um desgaste das cartilagens articulares.

Osteoporose:
Há perda de massa óssea (cálcio e colágeno), com diminuição da resistência do osso.

Afeta mulheres a partir da menopausa.
Pode-se evitar a osteoporose com atividades físicas, dieta balanceada, ingestão de cálcio suplementar e tomar hormônios (mulheres).

Cuidados com o sistema esquelético:
Dieta balanceada com vitaminas e sais minerais.
Praticar exercícios físicos estimula o metabolismo de reconstrução do osso.

Manter postura correta ao sentar, deitar e ficar de pé.
Evitar mochilas pesadas.
Para levantar um peso do chão, devemos dobrar os joelhos, e não abaixar a coluna.

Fonte: AMABIS & MARTHO. Biologia dos organismos. São Paulo: Editora Moderna, 2010.
Fonte: AMABIS & MARTHO. Biologia dos organismos. São Paulo: Moderna, 1999.
Fonte: CÉSAR & SEZAR & BEDAQUE. Ciências: Entendendo a natureza. São Paulo: Saraiva, 2001.
Fonte: GOWDAK & MARTINS. Ciências: Natureza e vida. São Paulo: FTD, 1996.
Fonte: NAPOLEÃO & ODAIR. Nosso corpo, nossa herança. São Paulo: IBEP.